<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Sergio Henrique</title>
	<atom:link href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog</link>
	<description>Notícias, comentários sobre tecnologias e temas do cotidiano.</description>
	<lastBuildDate>Sun, 04 Jul 2010 15:01:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Nexus One: Atualização OTA para Froyo</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=418</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=418#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 14:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=418</guid>
		<description><![CDATA[Há algum tempo atrás eu fiz a atualização manual do Android, o sistema operacional do meu celular Nexus One, da versão 2.1 para a 2.2, cujo codinome dentro do Google era Froyo, abreviatura de Frozen Yogurt. Parece ser uma tradição para os sistemas Android terem codinomes inspirados em sobremesas. Assim, fiz o download de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há algum tempo atrás eu fiz a atualização manual do Android, o sistema operacional do meu celular Nexus One, da versão 2.1 para a 2.2, cujo codinome dentro do Google era Froyo, abreviatura de Frozen Yogurt. Parece ser uma tradição para os sistemas Android terem codinomes inspirados em sobremesas. Assim, fiz o download de uma imagem zipada do Froyo e executei a instalação.</p>
<p>Ouvi de diversas fontes que, quando a versão definitiva saísse, meu celular seria atualizado automaticamente, sem fios. Achei que esta atualização estava demorando demais a acontecer e ontem decidi buscar por versões mais atualizadas do Froyo. Encontrei rumores que a versão FRF89 seria a definitiva. Como a minha era apenas FRF50, resolvi baixar e atualizar meu celular para a FRF89. Tive alguns problemas em encontrar um link válido para o FRF89, mas acabei conseguindo atualizar.</p>
<p>Não consegui observar nenhuma diferença no meu telefone após a instalação, a única diferença perceptível era um novo Build Number na janela de configurações do telefone que acusava a versão Android 2.2 Build FRF89. O curioso foi que, no dia seguinte, meu celular amanheceu com uma mensagem que havia uma atualização para meu celular me dando a opção de instalá-la. Fiz isso e agora estou com o Froyo FRF91.</p>
<p>Conclusão: Só se meta a fazer a atualização de forma manual se você ainda tem o Android 2.1, os benefícios são gigantescos nesta atualização. Se você já tem a 2.2, não há diferenças perceptíveis entre a FRF50, FRF89 ou a FRF91. Use meu caso como exemplo, as atualizações OTA estão ocorrendo mesmo no Brasil onde o Nexus One ainda não foi lançado oficialmente. Atualizar manualmente para alguma versão talvez não valha o tempo investido na empreitada a não ser que você considere edificante &#8220;hackear&#8221; seus dispositivos eletrônicos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=418</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Golfo do México: A Tragédia em Perspectiva</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=409</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=409#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 23:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=409</guid>
		<description><![CDATA[Hoje eu recebi um link para uma matéria do Uol Notícias falando sobre uma série de vazamentos na Nigéria que ocorre há 50 anos. Segundo a matéria, o volume de óleo chega a um Exxon Valdez ao ano! Fiquei absolutamente espantado com estes dados. Imagine o tamanho da tragédia diária enfrentada pela população da Nigéria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje eu recebi um link para <a title="Clique para ler a matéria do UOL" href="http://noticias.bol.uol.com.br/internacional/2010/06/17/nigeria-enfrenta-vazamento-de-petroleo-com-cinco-decadas-de-existencia.jhtm" target="_blank">uma matéria do Uol Notícias</a> falando sobre uma série de vazamentos na Nigéria que ocorre há 50 anos. Segundo a matéria, o volume de óleo chega a um <a title="Entrada Wikipedia sobre o Exxon Valdez" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Exxon_Valdez" target="_blank">Exxon Valdez</a> ao ano! Fiquei absolutamente espantado com estes dados. Imagine o tamanho da tragédia diária enfrentada pela população da Nigéria há 5 décadas. Onde está a cobertura da mídia mundial sobre isso?</p>
<p style="clear: both;">
<div>Certamente as empresas responsáveis pelos repetidos vazamentos por lá não estão sendo forçadas a criar fundos bilionários de assistência à população atingida ou o governo da Nigéria está determinando a interrupção de todas as atividades de perfuração de poços em suas bacias petrolíferas para avaliar o tamanho do problema e o que fazer frente a ele. É claro que há fatores atenuantes no caso africano, onde uma executiva do setor afirmou que 98% dos vazamentos são resultado de sabotagem ou roubo de equipamentos, mas isto não diminui a severidade do impacto.</div>
<p style="clear: both;">
<div>O vazamento do Golfo do México &#8211; ou &#8220;<a href="https://www.braf.org/braf/ColbertNationGulfofAmericaFund/tabid/143/Default.aspx" target="_blank">Golfo da América</a>&#8220;, segundo o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Stephen_Colbert" target="_blank">Stephen Colbert</a>, âncora do programa de humor &#8220;<a href="http://www.colbertnation.com/home" target="_blank">The Colbert Report</a>&#8220;, que disse: &#8220;Se nós quebramos, então nós compramos!&#8221; &#8211; está com &#8220;apenas&#8221; 58 dias e não ficamos um dia sequer sem que os noticiários dediquem ao menos um segmento do jornal ao vazamento. O pior disso tudo é que dificilmente vamos saber o que causou o acidente. Minha opinião é que, assim como em acidentes aéreos, não houve uma única causa, mas sim uma série delas: o <a href="http://www.osha.gov/SLTC/etools/oilandgas/illustrated_glossary/blowout_preventer.html" target="_blank">BOP (Blow Out Prevention)</a> que falhou, os testes de pressão não realizados, a cimentação do poço que pode ter sido mal feita, os supostos problemas já conhecidos da sonda de perfuração que afundou entre outras tantas causas possíveis.</div>
<p style="clear: both;">
<div>O fato é que as atividades de exploração e produção de óleo e gás em águas profundas e ultra-profundas exigem muita tecnologia de ponta e envolvem grandes riscos. Toda empresa de petróleo busca gerenciar a exposição ao risco através de diversas salvaguardas nas operações, mas desastres como este sempre podem ocorrer.</div>
<p style="clear: both;">O que aprendemos nisso tudo é que a exposição ao risco ao perfurar no Golfo do México é muito maior que em outras partes do mundo, pois a visibilidade e o valor das reparações por acidentes estão mostrando que podem ameaçar a saúde financeira de qualquer empresa. O que eu antevejo é que haverá um aumento drástico no custo das operações no Golfo do México que irá, potencialmente, inviabilizar muitos projetos de desenvolvimento planejados e alguns em andamento. Por esta razão, minha expectativa é que as empresas de óleo e gás que operam no Golfo devem, a médio e longo prazo, deslocar uma parcela significativa dos investimentos futuros para outras áreas como as do pré-sal brasileiro, do território chinês e, porque não, da costa africana. Enquanto isso, na Nigéria&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=409</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acesso Google via Intranet Mais Rápida que via Internet</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=360</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=360#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 May 2010 14:50:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=360</guid>
		<description><![CDATA[Tenho um computador corporativo que tem a capacidade de se ligar à Intranet da empresa que trabalho. Esta, de fato, é a única forma que tenho de acessar determinados serviços que estão apenas acessíveis via rede corporativa. O problema que sempre enfrento ao acessar a Intranet é que todos os pacotes de dados que envio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho um computador corporativo que tem a capacidade de se ligar à Intranet da empresa que trabalho. Esta, de fato, é a única forma que tenho de acessar determinados serviços que estão apenas acessíveis via rede corporativa. O problema que sempre enfrento ao acessar a Intranet é que todos os pacotes de dados que envio e recebo passam, necessariamente, por Houston, EUA, onde está a sede da empresa onde trabalho. O resultado desse roteamento adicional é lentidão nos acessos. Não hoje!</p>
<p>Eu estava acessando Google Wave e Gmail tranquilamente aqui em casa via Intranet e minha esposa quase não conseguia acessar. A resposta do navegador era algo como servidor inacessível ou, quando acessava, uma lentidão terrível. Eu, passando pela mesma rede que ela estava usando, à exceção que meu caminho era certamente mais longo que o dela e meu IP aparente era um dos EUA, conseguia o acesso normal, mesmo acessando a conta dela do Gmail em minha máquina.</p>
<p>Achei tudo isso muito estranho e resolvi desligar o acesso Intranet e tentar acessar os mesmos serviços sem a Intranet e obtive os mesmos resultados que ela. Conclusão: os servidores do Google não estão atendendo bem os nossos IPs Virtua neste momento. As razões podem ser diversas, mas o que acho que esteja acontecendo é que alguma máquina dentro da rede Virtua está sendo usada, com a ciência ou não do proprietário, para atacar esses servidores do Google. A resposta esperada por parte do Google não poderia ser outra que não restringir o acesso a este grupo de máquinas. Vamos ver quanto tempo dura o bloqueio.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=360</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exemplos de Total Desconsideração com a Segurança</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=356</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=356#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 21:28:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=356</guid>
		<description><![CDATA[Desde que comecei a trabalhar em uma empresa de serviços na área de Petróleo, tenho observado aqui e acolá situações onde fica flagrante a despreocupação que muitas empresas tem com questões de segurança. Tive a oportunidade e presença de espírito de capturar algumas destas situações com a câmera do celular e estou postando aqui para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que comecei a trabalhar em uma empresa de serviços na área de Petróleo, tenho observado aqui e acolá situações onde fica flagrante a despreocupação que muitas empresas tem com questões de segurança. Tive a oportunidade e presença de espírito de capturar algumas destas situações com a câmera do celular e estou postando aqui para que vocês possam ter uma idéia do que estou falando.</p>
<p style="clear: both"><a href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/04/Photo_092307_001-full.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/04/Photo_092307_001-thumb1.jpg" height="267" align="left" width="200" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a>Esta primeira foto foi tirada no hotel <a href="http://www1.hilton.com/es/hi/hotel/VSAAHHH-Hilton-Villahermosa-Conference-Center/index.do" target="_blank">Hilton de Villahermosa</a>, cidade do estado de Tabasco no México. Eu estive lá em setembro de 2007 em um treinamento dado pela minha empresa. Aparentemente um dispositivo de segurança como um extintor não combinava muito com a decoração do lugar e, por isso, eles &#8220;disfarçaram&#8221; sua presença adaptando uma lixeira inox com cinzeiro no topo para servir de receptáculo para o extintor. Para que nenhum desavisado usasse o dispositivo como lixeira, colocaram um vidro tapando a abertura. Não fiz o correto na época que seria entrar em contato com a administração do Hotel e informá-los do problema de segurança que tinham.</p>
<p style="clear: both"><a href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/04/2010-03-28_18-full.11.31.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/04/2010-03-28_18-thumb.11.1.jpg" height="267" align="left" width="200" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a>O segundo exemplo que tenho documentado foi fotografado bem mais recentemente, no final de março de 2010. A foto que vocês vêem foi tirada no <a href="http://www.prezunic.com.br" target="_blank">supermercado Presunic</a> de Botafogo. Observem que, neste caso, a localização do equipamento de emergência (hidrante + mangueira de incêndio) foi demarcada no chão com uma fita vermelha, mas isso não impediu o supermercado de escurecer o vidro que cobre o compartimento da mangueira nem de usar o local reservado como estoque de bebidas que já não cabiam mais nas gôndolas. Recentemente eu entrei no site do Presunic e os informei do problema detectado. Estou aguardando uma resposta deles e, assim que tiver uma, posto o resultado aqui.</p>
<p style="clear: both">Finalmente, gostaria de aproveitar o espaço para solicitar que todos sejam vigilantes para situações como esta onde equipamentos de segurança estão mal sinalizados, em estado de conservação ruim ou simplesmente ausentes. É nosso dever como cidadãos que somos nos preocupar com nossa segurança e a de terceiros.</p>
<p style="clear: both">Você já viu situações como esta por aí? Que tal compartilhar sua experiência aqui? Escreva seu comentário!</p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=356</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nexus One &#8211; Primeiras Impressões</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=340</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=340#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 12:13:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas Operacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia]]></category>
		<category><![CDATA[Celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Nexus One]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=340</guid>
		<description><![CDATA[Já tem quase um mês que venho usando o novo celular do Google: o Nexus One. Comprei o celular em substituição ao BlackBerry Bold (9000) que eu tinha por não estar satisfeito com a experiência de estar conectado que o BlackBerry proporcionava. Um dos pontos mais fracos eram os navegadores web, muito aquém do que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="image-link" href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/03/Google-Nexus-One-full.jpg"><img class="linked-to-original" style="display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/03/Google-Nexus-One-thumb.jpg" alt="" width="150" height="124" align="left" /></a>Já tem quase um mês que venho usando o novo celular do Google: o <a href="http://www.google.com/phone" target="_blank">Nexus One</a>.</p>
<p>Comprei o celular em substituição ao BlackBerry Bold (9000) que eu tinha por não estar satisfeito com a experiência de estar conectado que o BlackBerry proporcionava. Um dos pontos mais fracos eram os navegadores web, muito aquém do que eu consegui fazer via WiFi com meu iPod Touch.</p>
<p>Aparentemente a escolha natural para mim seria migrar para o iPhone, mas acabei optando pelo Nexus One pelas razões que listo a seguir:</p>
<ul style="clear: both;">
<li>O Nexus One não possui versão bloqueada, ou seja, você pode viajar para o exterior e colocar um SIM local para usá-lo sem pagar roaming internacional.</li>
<li>Tendo optado pelo iPod há anos, estou bastante acostumado a viver no ecossistema da Apple e sei o quanto minha idéia de liberdade é diferente da do Steve Jobs. O ecossistema do Android Market, apesar de pelo menos 10 vezes menor que o da AppStore da Apple, tem muito mais liberdade e potencial de crescimento, em minha opinião.</li>
<li>No Natal de 2009 eu dei um Motorola Dext para minha mãe que vinha equipado com o Android 1.6 e gostei bastante deste sistema operacional. Isto me fez ver o Android com outros olhos.</li>
<li>Nas publicações especializadas, vi muitos elogios para a velocidade do aparelho Nexus One, sendo, até então, o único celular com processador de 1 GHz existente. Outro ponto forte era a sua tela, a mais bonita e de maior resolução no mercado.</li>
<li>Sendo um fã dos aplicativos móveis da Google e sabendo que a Apple já bloqueou aplicativos Google de ingressar na AppStore, resolvi priorizar o Android Market.</li>
<li>A câmera fotográfica do Nexus One possui 5MP e flash.</li>
<li>O Nexus One é verdadeiramente multitarefa.</li>
<li>Finalmente, um dos podcasters técnicos que eu mais respeito, o <a href="http://leoville.com/" target="_blank">Leo Laport</a>, defensor de longa data do iPhone, migrou para o Nexus One e não cansa de dizer o quão satisfeito ele está com a troca.</li>
</ul>
<p style="clear: both;">Um importante ponto a colocar no início da análise é que o Nexus One ainda não está disponível no Brasil. Assim, para adquirí-lo você precisa fazê-lo em um país no qual sua comercialização já é realizada. No meu caso, eu comprei através do Mercado Livre.</p>
<p style="clear: both;">A primeira experiência com o celular é a abertura da embalagem do produto. O pacote é muito bem montado e não fica nada a dever para a do o iPhone. Acompanham o celular uma capa de proteção, um carregador de parede, um cabo USB para ligar no micro, um headphone com controles multimídia (play/pause, avançar e retroceder) com microfone integrado, uma bateria e um cartão microSD de 4GB.</p>
<p style="clear: both;">O que impressiona logo de cara ao ligar o Nexus One é a qualidade da tela. As cores são vivas e brilhantes e o fundo de tela animado faz um efeito visual e dá idéia do quanto o hardware do aparelho é top de linha.</p>
<p style="clear: both;">Para quem está acostumado com o iPhone ou iPod Touch, percebe-se de cara que a tela de toque não tem a precisão ou fluidez nas respostas apresentadas pela da Apple, mas ela é boa o suficiente para não causar irritação. Definitivamente ela é melhor que a tela de toques de outros aparelhos Android que eu já experimentei.</p>
<p>A minha primeira dificuldade ao migrar do BlackBerry para o Nexus One foi configurar a internet para o dispositivo. Possuo um plano de dados VIVO e o suporte telefônico não tem a menor idéia como lhe ajudar. Eles não conhecem o aparelho nem o sistema operacional. Pesquisando na internet, descobri que bastava configurar o APN (Access Point Name) para ele. Existe <a href="http://www.vivo.com.br/_celulares/pdf/229_PDF_parametros.pdf" target="_blank">um PDF no site da VIVO</a> informando os parâmetros a serem configurados para o plano VIVO Zap. Depois desta configuração o aparelho passou a funcionar em toda sua glória.</p>
<p>Os aplicativos que já acompanham o aparelho são muito bons, mas uma breve pesquisa no Android Market lhe introduz a um universo de aplicativos gratuitos que me deixou impressionado. Até hoje não deixei de encontrar um aplicativo que não substituísse os que eu uso no iPod Touch. Talvez o ponto mais fraco do Nexus One tem a ver com o gerenciamento de músicas. A interface de gerenciamento de músicas do iPhone e iPod Touch são, sem sombra de dúvidas, muito superiores a qualquer aplicativo de música do Android Market. Assim, não me vejo andando por aí sem meu iPod para ouvir músicas e ver vídeos.</p>
<p>Com relação à autonomia da bateria, faço uso intensivo da rede 3G nele, lendo e-mails, navegando na Web, &#8220;tweetando&#8221; entre outros, logo tenho que carregar o aparelho ao final de cada dia, mas sinto-me mais seguro se conecto ele via USB no meu micro de trabalho para melhorar a autonomia. O que mais consome bateria no Nexus One é a tela, 74% do total conforme informado pela janela de status do Android. Assim, se você precisar de longevidade, compre uma bateria adicional para poder trocar no meio do dia, ou então faça um uso criterioso da tela. Ainda assim, as informações que vejo por aí é que a bateria do Nexus One dura mais que o do iPhone.</p>
<p>De maneira geral estou bastante satisfeito com a opção pelo Nexus One e o recomendo para aqueles dispostos a explorar seus recursos. Eu já descobri um monte de aplicativos que fazem do Nexus One um aparelho mais útil para mim, mas vou deixar a discussão de aplicativos para outra hora.</p>
<p>Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=340</wfw:commentRss>
		<slash:comments>16</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Fascinação dos Lojistas Pelo Algarismo 9</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=332</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=332#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 23:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Miscelânea]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=332</guid>
		<description><![CDATA[Hoje almocei com amigos no Shopping Rio Sul e, como era esperado, acabamos estendendo o programa para visitar lojas e olhar &#8220;o que estava disponível&#8221;.Uma dessas lojas foi a Zara, e lá pude confirmar algo que sempre percebi, mas nunca pude comprovar: os lojistas, aqui e no exterior, adoram usar o algarismo 9 para empurrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.petervidani.com/post/109223009/the-red-9-in-front-of-the-solow-building-9-west" class="image-link"><img src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/02/Manhattan_-_9_West_57th_Street_scaled-thumb.jpg" height="122" align="left" width="163" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a>Hoje almocei com amigos no Shopping Rio Sul e, como era esperado, acabamos estendendo o programa para visitar lojas e olhar &#8220;o que estava disponível&#8221;.<br />Uma dessas lojas foi a Zara, e lá pude confirmar algo que sempre percebi, mas nunca pude comprovar: os lojistas, aqui e no exterior, adoram usar o algarismo 9 para empurrar os preços para cima sem cruzar a barreira emocional de um preço redondo.<br />Eu explico, CDs em promoção na Saraiva Megastore: 19,90 ao invés de 20; o novo iPad da Apple: a partir de 499 dólares e não 500; a versão Home and Student do Microsoft Office: 199,00 reais contra os 200 que deveriam ser cobrados.<br />Voltando ao exemplo da Zara, hoje procurei alguma peça que não tivesse um 9 compondo e preço e não encontrei um sequer. Estou confiante que se alguém se impusesse a condição de nunca comprar um artigo nesta loja que tivesse um algarismo 9 não conseguiria ser cliente.<br />Proponho um desafio a todos: encontrem lojas onde a regra do 9 não seja usada na composição dos preços e vamos fazer propaganda sobre isso, enfim uma loja que não mascara preços atrás de noves&#8230;</p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=332</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Minha Revisão do Kindle 2 Global Wireless</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=326</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=326#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 19:43:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazon]]></category>
		<category><![CDATA[E Ink]]></category>
		<category><![CDATA[E Reader]]></category>
		<category><![CDATA[Kindle]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=326</guid>
		<description><![CDATA[Em 1º de novembro de 2009 eu aproveitei uma viagem para Houston e comprei o Amazon Kindle 2 Global Wireless para mim. Passados já 3 meses de uso intensivo, resolvi compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o produto. A primeira informação que eu tenho para dar é que acredito ter feito uma excelente compra. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/01/kindle2_leakedshot11.jpg" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/01/kindle2_leakedshot1-thumb1.jpg" height="184" align="left" width="138" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a>Em 1º de novembro de 2009 eu aproveitei uma viagem para Houston e comprei o <a href="http://www.amazon.com/Kindle-Wireless-Reading-Display-Generation/dp/B0015T963C" target="_blank">Amazon Kindle 2 Global Wireless</a> para mim. Passados já 3 meses de uso intensivo, resolvi compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o produto.</p>
<p>A primeira informação que eu tenho para dar é que acredito ter feito uma excelente compra. O formato do aparelho, seu peso e a tela de tinta eletrônica (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/E_Ink" target="_blank">E Ink</a>) muito boa para ler por horas a fio. </p>
<p style="clear: both">Alguns dos pontos altos do produto incluem:</p>
<ul style="clear: both">
<li>Acesso 3G em mais de 100 países incluindo o Brasil.</li>
<li>Download rápido de livros, jornais e outras publicações adquiridas na <a href="http://www.amazon.com/kindle-store-ebooks-newspapers-blogs/b/ref=topnav_storetab_kinh?ie=UTF8&#038;node=133141011" target="_blank">Kindle Store</a>.</li>
<li>Tela do tamanho de um pocket book americano (6 polegadas) com bom contraste.</li>
<li>Dicionário em inglês integrado para consultar, durante a leitura, o significado de palavras no texto.</li>
<li>Possibilidade de fazer o Kindle ler para você com um sintetizador de voz (exceto em textos onde o autor ou editora bloqueiam este recurso).</li>
<li>Suporte nativo a arquivos PDF para ler em modo retrato ou paisagem.</li>
<li>Possibilidade de adicionar textos ou músicas no aparelho via cabo USB.</li>
<li>Suporte a formatos abertos de livros eletrônicos como ePub entre outros.</li>
</ul>
<p style="clear: both">Estou assinando o jornal O Globo (Edição Kindle) e a revista Newsweek e tenho conseguido ficar muito mais informado que eu ficava apenas consultando sites online. Outro aspecto positivo é que, tenho aumentado incrivelmente o número de livros lidos.</p>
<p style="clear: both">Agora que um monte de elogios foram feitos, segue uma lista de pontos que acho que poderiam ser melhorados:</p>
<ul style="clear: both">
<li>Disponibilidade de títulos. Há diversos autores famosos que não possuem um livro sequer para Kindle. Os últimos que tive dificuldade de encontrar foram Umberto Eco e John Grisham. Lançamentos de best-sellers levam um tempo também para chegar ao Kindle, o último que eu me lembro foi o livro &#8220;The Lost Symbol&#8221; do Dan Brown, que levou quase dois meses para ser lançado para o Kindle.</li>
<li>O jornal O Globo não tem alguns cadernos tradicionais da versão impressa como o Informatíca e etc. e os Classificados. O Jornal também traz apenas uma ou duas fotos em toda a edição, certamente para economizar largura de banda da conexão 3G, que acompanha o Kindle e não é cobrada à parte (sem assinatura).</li>
<li>Outra medida para economizar banda é a indisponibilidade de consultar o wikipedia e outros sites de referência como é possível lá nos EUA.</li>
<li>Falta para o Kindle uma tela sensível ao toque, de preferência, com controles multi touch como no iPhone e iPod Touch.</li>
<li>A tela de E Ink tem uma legibilidade muito boa sob diversas condições de luz, mas gostaria de ver esta tecnologia evoluir para apresentar textos e fotos coloridas.</li>
</ul>
<p style="clear: both">Como conclusão, acho que o Kindle 2 Global Wireless é uma excelente compra para quem vai aos EUA. A novidade desde que eu comprei este Kindle é que agora o Kindle DX, com tela de 9 polegadas, agora também possui Global Wireless e funciona no Brasil. Além da tela maior, ele também tem mais memória para armazenar mais livros. Agora estou curioso para ver como é que o mercado de leitores de livros eletrônicos vai ficar após a revelação do <a href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=320" target="_blank">iPad da Apple</a> e seu aplicativo iBooks e sua loja associada iTunes Bookstore (a serem lançados).</p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=326</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E o iPad Vem Aí</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=320</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=320#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 22:27:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Mobile]]></category>
		<category><![CDATA[Apple iPad]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=320</guid>
		<description><![CDATA[Hoje a apple lançou mais um produto da família Apple: o iPad. A maneira mais simples de descrevê-lo é que se trata de um iPod Touch aumentado com chassi de MacBook Pro. Veja por si mesmo e tire suas conclusões: existe um vídeo muito bom de apresentação do iPad no site da Apple. Os preços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><a href="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/01/hero_20100127-full.png" class="image-link"><img class="linked-to-original" src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2010/01/hero_20100127-thumb.png" height="228" align="left" width="188" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /></a>Hoje a apple lançou mais um produto da família Apple: o iPad. A maneira mais simples de descrevê-lo é que se trata de um iPod Touch aumentado com chassi de MacBook Pro. <br />Veja por si mesmo e tire suas conclusões: existe um <a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">vídeo muito bom de apresentação do iPad</a> no site da Apple. <br />Os preços começam em 499 dólares pela versão de 16GB. Há ainda as versões de 32GB e 64GB. Em termos de conectividade haverá duas versões para cada aparelho: WiFi e WiFi + 3G. O iPad ainda não está à venda, o prazo para o lançamento da versão WiFi é março de 2010.<br />Agora é esperar para ver se ele realmente tem 10 horas de bateria como foi afirmado (na verdade disseram <em>até </em>10 horas de bateria) e se é tão rápido de operar quanto os vídeos mostram. Lembre-se, há sempre um custo a se pagar por ser pioneiro. Tome por exemplo o iPhone original, era muito mais caro que a segunda iteração, não tinha 3G nem GPS. Recomendo cautela antes de comprar.</p>
<p style="clear: both"><strong>Leia mais:</strong><strong><br /></strong><a href="http://www.apple.com/ipad/" target="_blank">Página Apple Sobre o iPad</a><br style="text-decoration: underline;" /><a href="http://www.cnet.com/apple-ipad/" target="_blank">Apple iPad no CNET</a><br /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yU6isGR3PaM" target="_blank">Steve Jobs apresentando o iPad (NY Post)</a><br style="text-decoration: underline;" /><a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2010/01/27/apple-divulga-detalhes-sobre-ipad-915722472.asp" target="_blank">Apple Divulga Detalhes Sobre o iPad (O Globo)</a></p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=320</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Apple Store do Brasil Embarca no Black Friday</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=314</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=314#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 21:16:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celular]]></category>
		<category><![CDATA[Computadores]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=314</guid>
		<description><![CDATA[Uma tradição dos lojistas americanos é dar grandes descontos nas lojas na sexta-feira após o feriado de ação de graças, o Thanksgiving. Este dia de promoções ficou conhecido como Black Friday, ou sexta-feira negra. Recebi recentemente um e-mail da Apple Store me convidando para visitar a loja virtual nesta sexta-feira porque encontrarei &#8220;várias idéias de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="clear: both"><img src="http://sergiohenrique.eng.br/wplog/wp-content/uploads/2009/11/apple-store-black-friday-thumb.png" height="192" align="left" width="188" style=" display: inline; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" />Uma tradição dos lojistas americanos é dar grandes descontos nas lojas na sexta-feira após o feriado de ação de graças, o Thanksgiving. Este dia de promoções ficou conhecido como Black Friday, ou sexta-feira negra.</p>
<p>Recebi recentemente um e-mail da Apple Store me convidando para visitar a loja virtual nesta sexta-feira porque encontrarei &#8220;várias idéias de iPods, iPhones e Macs para dar de presente.&#8221;</p>
<p>Cautelosamente, a Apple não fala em promoção em nenhum momento do seu anúncio, mas a sugestão de &#8220;Um dia de compras da Apple&#8221; nesta sexta-feira é bastante sugestiva. Vejam o <em>teaser</em> do evento <a href="http://store.apple.com/br/browse/campaigns/black_friday_teaser?mco=MTU1OTU2NzQ" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p style="clear: both">
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=314</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ferramentas Que Todo Engenheiro de Reservatórios Deve Conhecer</title>
		<link>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=307</link>
		<comments>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=307#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 20:20:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[Computadores]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[Software]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Reservatórios]]></category>
		<category><![CDATA[Simulação Numérica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?p=307</guid>
		<description><![CDATA[Como muitos já sabem, sou um engenheiro de computação que se apaixonou pela indústria upstream de petróleo e gás natural e acabou virando um engenheiro de reservatórios através de um mestrado na área. Como engenheiro de reservatórios, boa parte do meu tempo é consumido criando, alterando e otimizando modelos de simulação numérica. Estes são descritos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos já sabem, sou um engenheiro de computação que se apaixonou pela indústria <em>upstream</em> de petróleo e gás natural e acabou virando um engenheiro de reservatórios através de um mestrado na área.</p>
<p>Como engenheiro de reservatórios, boa parte do meu tempo é consumido criando, alterando e otimizando modelos de simulação numérica. Estes são descritos, em última instância, através de um conjunto de arquivos texto com uma sintaxe bem definida, de forma análoga aos códigos-fonte dos programas de computador.</p>
<p>É claro que os programadores de software criaram diversas ferramentas muito interessantes para lidar com seus códigos-fonte como: editores de texto, controle e comparação de diferentes versões de um arquivo, ferramentas de busca entre outros. Como todas essas ferramentas lidam com um tipo de dado comum às duas áreas, arquivos-texto, nós engenheiros de reservatórios temos um mundo de ferramentas que podem, imediatamente, nos tornar mais produtivos.</p>
<p style="clear: both">Segue uma lista das principais ferramentas que vieram do mundo da programação de computadores, mas que tenho usado diariamente para ser mais produtivo ao lidar com arquivos de simulação. Espero que estas ferramentas sejam tão úteis para você quanto são para mim. Ah, um ponto importante: todas as ferramentas são <em>freeware</em>, ou seja, não custam um centavo para baixar e usar</p>
<ul style="clear: both">
<li><strong>Editor de Texto</strong><br />
Meu editor de texto predileto para trabalhar com arquivos de simulação é o <a href="http://www.pspad.com/" target="_blank">PSPad</a>. Ele possui diversos recursos úteis para a edição de arquivos de simulação. Entre eles destacam-se:</p>
<ul style="clear: both">
<li>Possibilidade de configuração rápida de um <em>syntax highlight</em> (definir cores diferentes para palavras-chave, constantes numéricas, strings e etc.) para seu simulador de preferência.</li>
<li>Selecionar, recortar, colar e copiar blocos de texto em colunas ou linhas.</li>
<li>Suporte a expressões regulares para busca e busca-e-troca de texto em um arquivo.</li>
<li>Possibilidade de comparar lado a lado duas versões de um mesmo arquivo com as diferenças aparecendo em destaque.</li>
<li>Suporte à edição simultânea de arquivos, cada qual em sua aba.</li>
<li>Diversos recursos para lidar com texto como a possibilidade de selecionar o arquivo de uma diretiva de inclusão e abrir o arquivo correspondente em outra aba, inserir ou remover comentários em blocos de texto selecionados e etc.</li>
<li>Gravação e execução de macros de teclado, o que facilita as tarefas de edição repetitivas que freqüentemente temos que fazer em arquivos de simulação.</li>
</ul>
<p>Enfim, o PSPad é um editor de textos bem avançado e rico em recursos. O único calcanhar de Aquiles do PSPad é que ele não lida bem com arquivos gigantescos (100 MB ou superior).</li>
<li><strong>Comparação de Versões:</strong><br />
Depois de fazer uma série de versões diferentes para um mesmo conjunto de dados, fica fácil esquecer o que mudou de uma revisão para outra. É nessas horas que faço uso do <a href="http://sourceforge.net/projects/winmerge/" target="_blank">WinMerge</a>. O WinMerge é uma ferramenta que permite:</p>
<ul style="clear: both">
<li>Comparar lado a lado duas revisões de um mesmo arquivo com as alterações destacadas em ambas as versões.</li>
<li>Fazer o mesmo com subdiretórios inteiros.</li>
<li>Avançar e retroceder para cada bloco de diferenças encontradas.</li>
<li>Propagar alterações da direita para esquerda e vice-versa (uma alteração por vez ou todas de uma vez).</li>
<li>Editar manualmente qualquer um dos arquivos e solicitar uma nova comparação.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Busca de texto em diversos arquivos:</strong><br />
É muito freqüente que um conjunto de arquivos de simulação tenha dezenas de arquivos de inclusão. Nesta situação, se queremos alterar uma parte específica da descrição do reservatório, ou nos lembramos exatamente em que arquivo aquela definição está, ou então temos que fazer uma busca entre todos eles localizando a palavra-chave que queremos modificar. Usuários UNIX normalmente recorrem ao programa GREP para resolver esse problema. No mundo Windows, temos que apelar à fraquíssima ferramenta de busca nativa do Windows. Felizmente, existe um projeto<em> </em>chamado <a href="http://code.google.com/p/dngrep/" target="_blank">dnGREP</a> no <a href="http://code.google.com/" target="_blank">repositório de software livre do Google</a> que implementa uma versão com interface gráfica da ferramenta GREP do UNIX. Além da familiar tarefa de buscar texto em um conjunto de arquivos, o dnGREP também permite buscar e substituir texto em múltiplos arquivos. Imagine transportar um conjunto de arquivos de simulação de um servidor para outro com caminhos diferentes e todos os arquivos de inclusão foram referenciados de forma absoluta (com o diretório completo). Com um único comando do dnGREP, podemos corrigir todos os arquivos.</li>
</ul>
<p style="clear: both">E então, agora que você viu minha lista de ferramentas de trabalho indispensáveis, que tal você compartilhar seu conhecimento deixando um comentário sobre as ferramentas que você julga indispensáveis?</p>
<p><br class="final-break" style="clear: both" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://sergiohenrique.eng.br/wplog/?feed=rss2&amp;p=307</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
