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Nexus One – Primeiras Impressões

Já tem quase um mês que venho usando o novo celular do Google: o Nexus One.

Comprei o celular em substituição ao BlackBerry Bold (9000) que eu tinha por não estar satisfeito com a experiência de estar conectado que o BlackBerry proporcionava. Um dos pontos mais fracos eram os navegadores web, muito aquém do que eu consegui fazer via WiFi com meu iPod Touch.

Aparentemente a escolha natural para mim seria migrar para o iPhone, mas acabei optando pelo Nexus One pelas razões que listo a seguir:

  • O Nexus One não possui versão bloqueada, ou seja, você pode viajar para o exterior e colocar um SIM local para usá-lo sem pagar roaming internacional.
  • Tendo optado pelo iPod há anos, estou bastante acostumado a viver no ecossistema da Apple e sei o quanto minha idéia de liberdade é diferente da do Steve Jobs. O ecossistema do Android Market, apesar de pelo menos 10 vezes menor que o da AppStore da Apple, tem muito mais liberdade e potencial de crescimento, em minha opinião.
  • No Natal de 2009 eu dei um Motorola Dext para minha mãe que vinha equipado com o Android 1.6 e gostei bastante deste sistema operacional. Isto me fez ver o Android com outros olhos.
  • Nas publicações especializadas, vi muitos elogios para a velocidade do aparelho Nexus One, sendo, até então, o único celular com processador de 1 GHz existente. Outro ponto forte era a sua tela, a mais bonita e de maior resolução no mercado.
  • Sendo um fã dos aplicativos móveis da Google e sabendo que a Apple já bloqueou aplicativos Google de ingressar na AppStore, resolvi priorizar o Android Market.
  • A câmera fotográfica do Nexus One possui 5MP e flash.
  • O Nexus One é verdadeiramente multitarefa.
  • Finalmente, um dos podcasters técnicos que eu mais respeito, o Leo Laport, defensor de longa data do iPhone, migrou para o Nexus One e não cansa de dizer o quão satisfeito ele está com a troca.

Um importante ponto a colocar no início da análise é que o Nexus One ainda não está disponível no Brasil. Assim, para adquirí-lo você precisa fazê-lo em um país no qual sua comercialização já é realizada. No meu caso, eu comprei através do Mercado Livre.

A primeira experiência com o celular é a abertura da embalagem do produto. O pacote é muito bem montado e não fica nada a dever para a do o iPhone. Acompanham o celular uma capa de proteção, um carregador de parede, um cabo USB para ligar no micro, um headphone com controles multimídia (play/pause, avançar e retroceder) com microfone integrado, uma bateria e um cartão microSD de 4GB.

O que impressiona logo de cara ao ligar o Nexus One é a qualidade da tela. As cores são vivas e brilhantes e o fundo de tela animado faz um efeito visual e dá idéia do quanto o hardware do aparelho é top de linha.

Para quem está acostumado com o iPhone ou iPod Touch, percebe-se de cara que a tela de toque não tem a precisão ou fluidez nas respostas apresentadas pela da Apple, mas ela é boa o suficiente para não causar irritação. Definitivamente ela é melhor que a tela de toques de outros aparelhos Android que eu já experimentei.

A minha primeira dificuldade ao migrar do BlackBerry para o Nexus One foi configurar a internet para o dispositivo. Possuo um plano de dados VIVO e o suporte telefônico não tem a menor idéia como lhe ajudar. Eles não conhecem o aparelho nem o sistema operacional. Pesquisando na internet, descobri que bastava configurar o APN (Access Point Name) para ele. Existe um PDF no site da VIVO informando os parâmetros a serem configurados para o plano VIVO Zap. Depois desta configuração o aparelho passou a funcionar em toda sua glória.

Os aplicativos que já acompanham o aparelho são muito bons, mas uma breve pesquisa no Android Market lhe introduz a um universo de aplicativos gratuitos que me deixou impressionado. Até hoje não deixei de encontrar um aplicativo que não substituísse os que eu uso no iPod Touch. Talvez o ponto mais fraco do Nexus One tem a ver com o gerenciamento de músicas. A interface de gerenciamento de músicas do iPhone e iPod Touch são, sem sombra de dúvidas, muito superiores a qualquer aplicativo de música do Android Market. Assim, não me vejo andando por aí sem meu iPod para ouvir músicas e ver vídeos.

Com relação à autonomia da bateria, faço uso intensivo da rede 3G nele, lendo e-mails, navegando na Web, “tweetando” entre outros, logo tenho que carregar o aparelho ao final de cada dia, mas sinto-me mais seguro se conecto ele via USB no meu micro de trabalho para melhorar a autonomia. O que mais consome bateria no Nexus One é a tela, 74% do total conforme informado pela janela de status do Android. Assim, se você precisar de longevidade, compre uma bateria adicional para poder trocar no meio do dia, ou então faça um uso criterioso da tela. Ainda assim, as informações que vejo por aí é que a bateria do Nexus One dura mais que o do iPhone.

De maneira geral estou bastante satisfeito com a opção pelo Nexus One e o recomendo para aqueles dispostos a explorar seus recursos. Eu já descobri um monte de aplicativos que fazem do Nexus One um aparelho mais útil para mim, mas vou deixar a discussão de aplicativos para outra hora.

Até a próxima!

A Fascinação dos Lojistas Pelo Algarismo 9

Hoje almocei com amigos no Shopping Rio Sul e, como era esperado, acabamos estendendo o programa para visitar lojas e olhar “o que estava disponível”.
Uma dessas lojas foi a Zara, e lá pude confirmar algo que sempre percebi, mas nunca pude comprovar: os lojistas, aqui e no exterior, adoram usar o algarismo 9 para empurrar os preços para cima sem cruzar a barreira emocional de um preço redondo.
Eu explico, CDs em promoção na Saraiva Megastore: 19,90 ao invés de 20; o novo iPad da Apple: a partir de 499 dólares e não 500; a versão Home and Student do Microsoft Office: 199,00 reais contra os 200 que deveriam ser cobrados.
Voltando ao exemplo da Zara, hoje procurei alguma peça que não tivesse um 9 compondo e preço e não encontrei um sequer. Estou confiante que se alguém se impusesse a condição de nunca comprar um artigo nesta loja que tivesse um algarismo 9 não conseguiria ser cliente.
Proponho um desafio a todos: encontrem lojas onde a regra do 9 não seja usada na composição dos preços e vamos fazer propaganda sobre isso, enfim uma loja que não mascara preços atrás de noves…


Minha Revisão do Kindle 2 Global Wireless

Em 1º de novembro de 2009 eu aproveitei uma viagem para Houston e comprei o Amazon Kindle 2 Global Wireless para mim. Passados já 3 meses de uso intensivo, resolvi compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o produto.

A primeira informação que eu tenho para dar é que acredito ter feito uma excelente compra. O formato do aparelho, seu peso e a tela de tinta eletrônica (E Ink) muito boa para ler por horas a fio.

Alguns dos pontos altos do produto incluem:

  • Acesso 3G em mais de 100 países incluindo o Brasil.
  • Download rápido de livros, jornais e outras publicações adquiridas na Kindle Store.
  • Tela do tamanho de um pocket book americano (6 polegadas) com bom contraste.
  • Dicionário em inglês integrado para consultar, durante a leitura, o significado de palavras no texto.
  • Possibilidade de fazer o Kindle ler para você com um sintetizador de voz (exceto em textos onde o autor ou editora bloqueiam este recurso).
  • Suporte nativo a arquivos PDF para ler em modo retrato ou paisagem.
  • Possibilidade de adicionar textos ou músicas no aparelho via cabo USB.
  • Suporte a formatos abertos de livros eletrônicos como ePub entre outros.

Estou assinando o jornal O Globo (Edição Kindle) e a revista Newsweek e tenho conseguido ficar muito mais informado que eu ficava apenas consultando sites online. Outro aspecto positivo é que, tenho aumentado incrivelmente o número de livros lidos.

Agora que um monte de elogios foram feitos, segue uma lista de pontos que acho que poderiam ser melhorados:

  • Disponibilidade de títulos. Há diversos autores famosos que não possuem um livro sequer para Kindle. Os últimos que tive dificuldade de encontrar foram Umberto Eco e John Grisham. Lançamentos de best-sellers levam um tempo também para chegar ao Kindle, o último que eu me lembro foi o livro “The Lost Symbol” do Dan Brown, que levou quase dois meses para ser lançado para o Kindle.
  • O jornal O Globo não tem alguns cadernos tradicionais da versão impressa como o Informatíca e etc. e os Classificados. O Jornal também traz apenas uma ou duas fotos em toda a edição, certamente para economizar largura de banda da conexão 3G, que acompanha o Kindle e não é cobrada à parte (sem assinatura).
  • Outra medida para economizar banda é a indisponibilidade de consultar o wikipedia e outros sites de referência como é possível lá nos EUA.
  • Falta para o Kindle uma tela sensível ao toque, de preferência, com controles multi touch como no iPhone e iPod Touch.
  • A tela de E Ink tem uma legibilidade muito boa sob diversas condições de luz, mas gostaria de ver esta tecnologia evoluir para apresentar textos e fotos coloridas.

Como conclusão, acho que o Kindle 2 Global Wireless é uma excelente compra para quem vai aos EUA. A novidade desde que eu comprei este Kindle é que agora o Kindle DX, com tela de 9 polegadas, agora também possui Global Wireless e funciona no Brasil. Além da tela maior, ele também tem mais memória para armazenar mais livros. Agora estou curioso para ver como é que o mercado de leitores de livros eletrônicos vai ficar após a revelação do iPad da Apple e seu aplicativo iBooks e sua loja associada iTunes Bookstore (a serem lançados).


E o iPad Vem Aí

Hoje a apple lançou mais um produto da família Apple: o iPad. A maneira mais simples de descrevê-lo é que se trata de um iPod Touch aumentado com chassi de MacBook Pro.
Veja por si mesmo e tire suas conclusões: existe um vídeo muito bom de apresentação do iPad no site da Apple.
Os preços começam em 499 dólares pela versão de 16GB. Há ainda as versões de 32GB e 64GB. Em termos de conectividade haverá duas versões para cada aparelho: WiFi e WiFi + 3G. O iPad ainda não está à venda, o prazo para o lançamento da versão WiFi é março de 2010.
Agora é esperar para ver se ele realmente tem 10 horas de bateria como foi afirmado (na verdade disseram até 10 horas de bateria) e se é tão rápido de operar quanto os vídeos mostram. Lembre-se, há sempre um custo a se pagar por ser pioneiro. Tome por exemplo o iPhone original, era muito mais caro que a segunda iteração, não tinha 3G nem GPS. Recomendo cautela antes de comprar.

Leia mais:
Página Apple Sobre o iPad
Apple iPad no CNET
Steve Jobs apresentando o iPad (NY Post)
Apple Divulga Detalhes Sobre o iPad (O Globo)


Apple Store do Brasil Embarca no Black Friday

Uma tradição dos lojistas americanos é dar grandes descontos nas lojas na sexta-feira após o feriado de ação de graças, o Thanksgiving. Este dia de promoções ficou conhecido como Black Friday, ou sexta-feira negra.

Recebi recentemente um e-mail da Apple Store me convidando para visitar a loja virtual nesta sexta-feira porque encontrarei “várias idéias de iPods, iPhones e Macs para dar de presente.”

Cautelosamente, a Apple não fala em promoção em nenhum momento do seu anúncio, mas a sugestão de “Um dia de compras da Apple” nesta sexta-feira é bastante sugestiva. Vejam o teaser do evento neste link.


Ferramentas Que Todo Engenheiro de Reservatórios Deve Conhecer

Como muitos já sabem, sou um engenheiro de computação que se apaixonou pela indústria upstream de petróleo e gás natural e acabou virando um engenheiro de reservatórios através de um mestrado na área.

Como engenheiro de reservatórios, boa parte do meu tempo é consumido criando, alterando e otimizando modelos de simulação numérica. Estes são descritos, em última instância, através de um conjunto de arquivos texto com uma sintaxe bem definida, de forma análoga aos códigos-fonte dos programas de computador.

É claro que os programadores de software criaram diversas ferramentas muito interessantes para lidar com seus códigos-fonte como: editores de texto, controle e comparação de diferentes versões de um arquivo, ferramentas de busca entre outros. Como todas essas ferramentas lidam com um tipo de dado comum às duas áreas, arquivos-texto, nós engenheiros de reservatórios temos um mundo de ferramentas que podem, imediatamente, nos tornar mais produtivos.

Segue uma lista das principais ferramentas que vieram do mundo da programação de computadores, mas que tenho usado diariamente para ser mais produtivo ao lidar com arquivos de simulação. Espero que estas ferramentas sejam tão úteis para você quanto são para mim. Ah, um ponto importante: todas as ferramentas são freeware, ou seja, não custam um centavo para baixar e usar

  • Editor de Texto
    Meu editor de texto predileto para trabalhar com arquivos de simulação é o PSPad. Ele possui diversos recursos úteis para a edição de arquivos de simulação. Entre eles destacam-se:

    • Possibilidade de configuração rápida de um syntax highlight (definir cores diferentes para palavras-chave, constantes numéricas, strings e etc.) para seu simulador de preferência.
    • Selecionar, recortar, colar e copiar blocos de texto em colunas ou linhas.
    • Suporte a expressões regulares para busca e busca-e-troca de texto em um arquivo.
    • Possibilidade de comparar lado a lado duas versões de um mesmo arquivo com as diferenças aparecendo em destaque.
    • Suporte à edição simultânea de arquivos, cada qual em sua aba.
    • Diversos recursos para lidar com texto como a possibilidade de selecionar o arquivo de uma diretiva de inclusão e abrir o arquivo correspondente em outra aba, inserir ou remover comentários em blocos de texto selecionados e etc.
    • Gravação e execução de macros de teclado, o que facilita as tarefas de edição repetitivas que freqüentemente temos que fazer em arquivos de simulação.

    Enfim, o PSPad é um editor de textos bem avançado e rico em recursos. O único calcanhar de Aquiles do PSPad é que ele não lida bem com arquivos gigantescos (100 MB ou superior).

  • Comparação de Versões:
    Depois de fazer uma série de versões diferentes para um mesmo conjunto de dados, fica fácil esquecer o que mudou de uma revisão para outra. É nessas horas que faço uso do WinMerge. O WinMerge é uma ferramenta que permite:

    • Comparar lado a lado duas revisões de um mesmo arquivo com as alterações destacadas em ambas as versões.
    • Fazer o mesmo com subdiretórios inteiros.
    • Avançar e retroceder para cada bloco de diferenças encontradas.
    • Propagar alterações da direita para esquerda e vice-versa (uma alteração por vez ou todas de uma vez).
    • Editar manualmente qualquer um dos arquivos e solicitar uma nova comparação.
  • Busca de texto em diversos arquivos:
    É muito freqüente que um conjunto de arquivos de simulação tenha dezenas de arquivos de inclusão. Nesta situação, se queremos alterar uma parte específica da descrição do reservatório, ou nos lembramos exatamente em que arquivo aquela definição está, ou então temos que fazer uma busca entre todos eles localizando a palavra-chave que queremos modificar. Usuários UNIX normalmente recorrem ao programa GREP para resolver esse problema. No mundo Windows, temos que apelar à fraquíssima ferramenta de busca nativa do Windows. Felizmente, existe um projeto chamado dnGREP no repositório de software livre do Google que implementa uma versão com interface gráfica da ferramenta GREP do UNIX. Além da familiar tarefa de buscar texto em um conjunto de arquivos, o dnGREP também permite buscar e substituir texto em múltiplos arquivos. Imagine transportar um conjunto de arquivos de simulação de um servidor para outro com caminhos diferentes e todos os arquivos de inclusão foram referenciados de forma absoluta (com o diretório completo). Com um único comando do dnGREP, podemos corrigir todos os arquivos.

E então, agora que você viu minha lista de ferramentas de trabalho indispensáveis, que tal você compartilhar seu conhecimento deixando um comentário sobre as ferramentas que você julga indispensáveis?


Eureka! “Bug” do Snow Leopard Resolvido

Para quem acompanhou meu post sobre problemas que encontrei ao atualizar meu Mac OS X Leopard para o Snow Leopard, gostaria de informá-los que encontrei o culpado.
No primeiro dia que comecei a usar meu Mac, não fiquei nada contente com a forma com a qual o Mac OS X acentua, através de combinações da tecla option com uma letra para selecionar o acento seguida da letra a ser acentuada. Assim, acabei buscando uma alternativa e encontrei um mapa de teclado criado pelo Rainer Brockerhoff que implementa o layout U.S. International no Mac OS X. Tudo funcionou muito bem até a instalação do Snow Leopard.
Por alguma estranha razão, a presença deste mapa de teclado em /System/Library/Keyboard Layouts tem o efeito de impedir a abertura da janela de autenticação de usuário, impedindo qualquer operação que exija permissões de administrador na máquina como instalar novos programas, fazer manutenção de discos e etc.
Após remover o teclado do diretório, o sistema voltou a funcionar normalmente. Felizmente, o Snow Leopard já vem com o layout de teclado U.S. International sob o nome “EUA Internacional – PC”. Assim, posso dizer que agora sim estou plenamente satisfeito com meu novo sistema operacional. Espero que este post possa ajudar outras pessoas em apuro semelhante.

Fontes para a solução:
Main user lost all priviliges after SL install (authentication impossible)
Access to this item is restricted, and now i can’t even unlock the keychain

iPod Touch – Razões Para Fazer o Upgrade

ipod_touch.pngAproveitei minhas férias em Londres para comprar o novo iPod Touch de 64GB. Eu tinha ainda um iPod Touch de 16 GB de primeira geração que preferi substituir por duas razões principais: falta de espaço em disco para abrigar toda a minha biblioteca do iTunes e falta de suporte a microfone para eu poder usar o aplicativo Skype nele.

Após comprar o novo dispositivo, descobri uma série de novos recursos que resolvi compartilhar aqui no Blog. Assim, segue uma lista de razões por que fazer o upgrade faz sentido:

  • O novo iPod apresenta versões com muito mais memória como as de 32 GB e 64GB. Isto é ótimo para colocar seu álbum de fotos completo no iPod sem falar nos podcasts de áudio e video que só fazem crescer.
  • Esta geração vem com suporte a headphones com microfone e controle remoto integrados e, inclusive, o headphone que acompanha o aparelho vem com estes recursos. Assim, é possível dar play, pause, aumentar ou reduzir o volume além de poder avançar ou retroceder entre músicas e também na mesma música usando os controles no headphone. Isto é ótimo quando se está no metrô ou na rua e você não quer sacar o iPod do bolso e virar alvo de roubos e furtos.
  • O novo iPod touch inclui uma forma de descobrir sua localização em programas usando exclusivamente recursos da conexão WiFi. Isto significa que, mesmo sem possuir um GPS, o iPod Touch novo é capaz de dar a sua posição no Google Maps, por exemplo, desde que você esteja logado em uma rede WiFi mapeada. Na maioria das vezes que tentei utilizar o recurso, ele conseguiu me localizar com precisão no mapa. É experimentar para ver.
  • Outro recurso que eu não esperava no novo iPod quando o comprei foi a possibilidade de dar comandos de voz para ele. Usando o microfone do headset, fui capaz de instruí-lo para fazer um shuffle das músicas, avançar e retroceder faixas, tocar um álbum, uma playlist ou um artista específico. Embora bem vindo, não consigo usar este recurso na rua com receio de parecer pedante ou mesmo maluco! As possibilidades são muito interessantes para aplicativos, vamos ver o que vem por aí.

A propósito, eu lhes falei que estou usando o Skype com este novo iPod? :-)

Problemas Pós Atualização Para Snow Leopard

snow_leopard_box.jpg Comprei recentemente na Apple Store do Brasil o Mac OS X Snow Leopard (Mac OS X 10.6), que é a atualização mais recente para o conjunto de sistemas operacionais da Apple. Eu tinha instalado em meu MacBook Pro de 13″ a versão imediatamente anterior do Mac OS (o Mac OS X Leopard ou 10.5), então eu esperava uma transição tranqüila. De fato, a atualização correu super bem e meu sistema ficou atualizado sem maiores problemas. Falando em problemas, é claro que uma atualização do sistema operacional não é livre de falhas…

No meu caso, o problema que resultou é que a plataforma de instalação de programas, o installer, passou a não funcionar mais. Sempre que uma instalação chega no ponto de fazer modificações no sistema operacional ou escrever dados fora do diretório base do usuário, um conjunto maior de privilégios é requerido e o sistema operacional solicita que o usuário entre sua senha em uma caixa de diálogo para confirmar sua identidade. Esta é a funcionalidade que ficou danificada após a atualização.

O sintoma agora é que qualquer pacote de instalação que depende desta plataforma não funciona quando se atinge a opção de clicar o botão “Instalar”, logo após concordar com o Acordo de Licença do software. Clica-se no botão, nenhum diálogo de autenticação aparece e a instalação fica travada naquele ponto.

Após exaustivas pesquisas, descobri algumas formas de contornar o problema, mas continuo aguardando uma solução definitiva para ele. A propósito, a fonte que me deu maiores subsídios para diagnosticar e contornar o problema foi um fórum de discussão no site da Apple. Seguem duas formas que encontrei para contornar o problema.

Via linha de comando
Se o problema do installer é autenticação, por que não usar o terminal e instalar o pacote na mão? Neste caso é necessário encontrar o pacote de instalação, normalmente mudando para o diretório /Volumes/<diretorio do pacote> e, de lá, emitir o comando
sudo installer -pkg <nome do pacote>.pkg -target /

O comando sudo vai emitir o comando de instalação installer com permissões de administrador (root). A opção -pkg é seguida pelo nome do pacote (necessariamente um arquivo com estensão pkg) enquanto que a opção -target é sucedida pelo diretório raiz (barra inclinada para a direita), indicando que o pacote deve ser instalado a partir do disco principal. Com este mecanismo fui capaz de instalar as atualizações do Mac OS X 10.6.1 e uma atualização de desempenho para o Snow Leopard.

Logando como root
Esta solução assume que você saiba a senha de root do sistema. Caso não saiba, sempre é possível mudá-la com o comando
sudo passwd root

Para logar como root, clique na Maçã no extremo esquerdo da Barra de Menus e selecione a opção para Finalizar a Sessão. Na tela de login, selecione o usuário “Outro” e digite o login “root” e a senha correspondente. Neste ponto, o installer deve estar funcionando conforme esperado. Use a opção Finalizar Sessão novamente para retornar para seu usuário comum após a instalação.

Estas duas soluções, por enquanto, tem dado certo para minhas necessidades por aqui, mas continuo aguardando uma solução da Apple para o problema. Se alguém conseguiu resolver este problema, eu adoraria saber que solução foi dada. Por favor deixe seu comentário explicando a sua solução.

Ficando conectado em Londres

London Bridge - Por Anirudh Koul

Na semana que vem, vou finalmente tirar umas merecidas férias. São 10 dias dos quais, 7 dias e 7 noites serão em Londres, Inglaterra. É claro que não pretendo ficar offline neste período, mas também não quero depender exclusivamente do WiFi do hotel ou de hotspots em restaurantes, cafés e afins. Assim, resolvi perguntar ao Google e acredito ter encontrado a solução.

Existe uma grande varejista de produtos de telefonia e afins chamada The Carphone Warehouse. Além de possuírem diversas lojas físicas em Londres (encontre uma aqui), eles também vendem pela Internet e mantêm uma página específica para encontrar soluções de banda larga móvel pré e pós pagos que atendem a praticamente todos os gostos e bolsos. Os três provedores mais prováveis para mim são: O2, 3 (three) e T-Mobile. Para tanto, vou tentar desbloquear meu modem TIM para poder usá-lo durante a viagem e economizar entre 14 e 40 libras pelo preço do modem. Agora se os modems forem desbloqueados, talvez valha a pena trazer um pois os que vi no site são bem pequenos, parecendo um pen drive, o que é bem mais prático que o tijolinho da TIM que carrego…

Se algum leitor tiver experiência com internet banda larga pré-paga na Inglaterra em geral e Londres em particular, deixe um comentário aqui, eu adoraria ouvir sua história.

 
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